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(no subject) [Jul. 24th, 2007|03:53 am]

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Anime Weekend Aveiro: First Day Review [Feb. 18th, 2006|04:10 am]
[mood | disappointed]

Como muitos devem saber, este fim-de-semana (mais precisamente de 16 a 19 de Fevereiro) está a decorrer um evento anime-related em Aveiro, uma exposição de anime, manga e outras vertentes da cultura japonesa.
Eu, sendo estudante na Universidade de Aveiro e, consequentemente, morando lá, senti que seria interessante da minha parte visitar o evento. Também tenho a minha fracção de otaku, e considero-me um fã da cultura japonesa no geral, além de anime e manga.
Vou por isso apresentar a minha revisão do primeiro (segundo) dia do evento.

Um aparte: ontem (quinta-feira) foi, na verdade, o primeiro dia do evento, mas apenas decorreu um recital de electroacústica e marimba, que, por sinal, não me interessou muito, tendo eu adormecido, pelo menos, 6 vezes no decorrer do recital. O tipo de música (Música Concreta) nunca foi dos meus tipos favoritos de música moderna. Por isso, apenas hoje (sexta-feira) foi a inauguração oficial do Anime Weekend Aveiro (AwA), por acaso, também com um recital de flauta ao qual eu não cheguei a tempo de ouvir porque tive que me deslocar a pé para o local do evento, distanciado a mais de dois quilómetros da minha casa.

Chegado ao evento, estava a decorrer o discurso pelo Embaixador do Japão (suponho eu), sendo no entanto impossível de o compreender devido ao barulho incessante provocado pelas crianças de primária que estavam de visita. Decidi portanto analisar a extensa exposição de pintura japonesa que se prolongava por todo o foyer, totalizando mais de 100 quadros por autores japoneses. Esta foi, de facto, uma das features mais interessantes de todo o evento, pois mostravam um pedaço de História precioso do Japão.

Prosseguindo. Entrando pela Galeria, vi a Cafetaria à esquerda, Restaurante à direita, stands das editoras à frente. Segui para ver os stands, pois voltaria à cafetaria para lanchar. Ao contrário da Anipop, reparei que muitas editoras de manga estiveram bem representadas. Editoras como a BD-Mania, Kingpin of Comics, Mangaline (a nova editora de manga portuguesa), eol.com.pt, entre outras, um stand do site Clubotaku.org, um stand da BP (wtf), e finalmente, uma (milionésima) parte do pavilhão gigante do Parque de Exposições de Aveiro ocupado pela Exposição de Carros Toyota (que só tinha meia dúzia) (makes you wonder...). A única coisa que achei verdadeiramente interessante nesta exposição foi a mão-cheia de livros a falar sobre Salvador Caetano, a Toyota, e o papel destas duas entidades nas relações Portugal-Japão. Havia também entre os stands, um stand do Clube do Sushi, a vender pratos (?) e pauzinhos (?), e um espaço dedicado a Bonsais, esse sim deveras interessante. Há noite, apareceu ao lado do espaço dos bonsais um "stand" da loja Hairtz, que, para grande surpresa minha, e não só, era dedicada a "electrificação" de cabelo. Rapidamente se espalhou um cheiro incómodo a sprays e gel de cabelo por toda a Galeria, o que me impediu de lá estar durante a noite.

A cafetaria (ou como estava nas publicidades, "cafeteiria"), continha dois balcões na entrada, com cartas Magic (?) e cartas Pokémon. A outra não cheguei a reparar bem, mas como já fui ao fórum AnimePortugal.net, vou supôr que era o balcão onde eles estavam. Isto no lado esquerdo da cafetaria. No lado direito, estava montado um espaço de impressão de T-shirts e outros materiais e um palco, um computador e um projector, onde foram, todo o dia e noite passados OPs e EDs de animes (?). Sinceramente isto foi uma das coisas que me desapontou, no sentido em que estava à espera que fossem mostrados animes completos e não só OPs e EDs. Mais pela noite, o palco foi lugar para Karaoke, que como já é do conhecimento de muita boa gente, eu desprezo e odeio profundamente, em grande parte por causa do talento (ou melhor, falta de) das pessoas que sobem ao palco. Mas enfim, como quem não gosta não come, resolvi simplesmente afastar-me da cafetaria durante a noite, agravando a minha sede, provocada por andar todo o dia em pé. Felizmente haviam bancos fora da cafetaria e ao lado dos stands, por isso consegui descansar as minhas pernas durante uns momentos e ler as mangas e comics que comprei dos stands.

De notar os descontos em decurso, que muito atraiam as pessoas, especialmente das caixas dos comics a 0.85€ que foram, aparentemente, muito procuradas, tendo eu reparado mais tarde que as caixas estavam cada vez mais vazias à medida que o tempo passava. Também de notar, os preços das mangas portuguesas pela MangaLine (8€), que eu considero uma boa manobra. As duas mangas em mostra neste stand foram o Vol. 1 de Mai-Hime e o Vol. 1 de Vampire Princess Myu. Tive o prazer de comprar o último. Não tive tanto prazer, mais tarde, em ler, porque reparei, só no primeiro capítulo, em 4 erros ortográficos, de maneira que rapidamente arrumei a manga no saco e li o resto dos comics que tinha comprado.

O último stand, que vendia DVDs (nacionais e importados) e Livros em japonês, foi o que mais me chamou a atenção, precisamente por ser o único a vender DVDs de anime e filmes em japonês. Por muito que goste de os comprar, contudo, o inevitável preço elevado das importações fez com que não levasse um só DVD.

Achei estranho, foi durante o Atelier de Shiatsu, apenas estarem presentes meia-dúzia de pessoas. O espaço onde decorreu aparentava "aguentar" com mais. Porquê tão pouca gente?

Chegada a hora de jantar, desloquei-me ao Clube do Sushi no primeiro andar, pois chamou-me a atenção quando entrei no evento. Reparei, contudo, que na altura em que o visitei, já estava fila para se jantar, por isso vi-me obrigado a deslocar-me ao restaurante do Centro de Exposições. Lá chegado, fui de imediato atendido, tendo-me sido dado um lugar. Reparei nos preços, no mínimo, caríssimos e pedi o mais barato que lá havia (Prego no Prato). Pedi também se me podia arranjar paté de sardinha, que eu tanto adoro, tendo-me sido colocado na mesa um prato, não só com o paté pedido, mas também uma série de queijos e outros patés e manteiga. Perguntei se era mesmo necessário aquilo tudo e a cara mulherzinha teve todo o prazer de dizer "Sim, querido." No fim da refeição, chega a hora de fazer contas. 9,75€. Homem que é homem não refila. Paguei e não disse nada. Cheguei fora do restaurante e reparei nos 7€ do prego, mais os 0.75€ da Pepsi de 25 cl. e, para minha grande surpresa, uns anormais 2€ pelas entradas. Um grande preço a pagar por um pão e um paté de sardinha.

Finalmente, após tanto esperar, chegou a altura de ver os filmes. Enquanto ansiosamente esperava pela altura em que abrissem o auditório, tive o (mau) prazer de assistir a um outro espectáculo de Música Concreta, desta vez gravado e com uma espécie de visualização tipo Windows Media Player a mostrar numa tela improvisada. Reparei também no "espectáculo" (?) em mostra no tecto e paredes do 1º andar, chamado "Manga: Primeira e Última Impressão de Um Leigo", que basicamente se resumiu a uns personagens de comics ocidentais desenhados (?) em estilo manga. Achei ambos estes espectáculos estranhos, para não dizer irritantes e decepcionantes. Fui de imedito para dentro do auditório mal abriram as portas. O primeiro filme a passar foi Perfect Blue, um filme inédito para mim. Aqueles que já o viram saberão que este filme não é fácil de digerir, tanto pelo plot, como pelo teor adulto de algumas cenas. Eu até achei interessante, mas uma pessoa leiga de anime poderá ser afastada por este tipo de filmes. Também os outros dois filmes, Kite e Blood, The Last Vampire. Kite já tinha visto, e achei decepcionante terem cortado as cenas de sexo, que não tendo nada a ver com o resto do filme, são contudo sentidas por aqueles que já viram o filme e que não gostam de cenas cortadas. Blood foi interessante, já tinha o filme, mas nunca o tinha visto.
Acho bem que tenham mostrado estes filmes. Compreendo que os tenham mostrado com a intenção de mostrar que anime não é só para crianças. Podiam ter mostrado também filmes Live-Action. Acho que teria sido interessante, também.

Do meu ponto de vista, tendo em conta todo o hype de volta deste evento, foi decepcionante, no geral, tendo a mostra de filmes e a exposição das pinturas salvo o que poderia ter sido uma visita muito demorada e aborrecida para alguém que teve que ir a pé para o evento. Amanhã prometo ir ao Clube do Sushi com os meus pais e provar, pela primeira vez, sushi a sério.

Sugestões:
Quando dizem que vão mostrar anime na cafetaria a toda a hora, façam-no. A estadia duma pessoa pode ficar muito aborrecida só a ver OPs e EDs e ouvir vozes de cana rachada a fazer karaoke.
Façam preços para refeições mais acessíveis. 7 euros por uma refeição que não vale 7 euros é um pouco pedir demais.
Façam mais eventos simultâneos. Estive quase 3 horas há espera que chegasse a altura dos filmes. Quando chegou a altura até dei graças.
Sejam mais user-friendly. Não metam música concreta quando este tipo de música não é audível para grande parte do público. Ou, no mínimo, baixem o volume das colunas.
Só mais uma palavra. Bancos.
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bleh [Feb. 15th, 2006|03:12 am]
This Is My Life, Rated
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Nihon-go Daiikka (Lição 1 de Japonês) [Feb. 15th, 2006|03:00 am]
[music |« Equilibrium OST (Disc 2) «» Klaus Badelt «» [13 : Final Co]

A língua japonesa sempre foi vista pelo público leigo ocidental como, juntamente com o chinês (e muitas vezes, por ignorância, confundindo as duas línguas), uma língua extremamente difícil de aprender e ainda mais de dominar. À primeira vista é compreensível, tendo em conta que um dos alfabetos usado no Japão foi "importado" da China (Kanji), que corresponde, a pouco menos de 2000 caracteres, podendo um só caracter significar um objecto, um animal, um sentimento (愛 significa 'amor') , uma pessoa.

São usados, principalmente, 3 sistemas de escrita no Japão: Kanji, Hiragana e Katakana. Podem ser usados os três sistemas simultaneamente. Isto pode parecer assustador, mas, no entanto, os japoneses têm regras bem claras quanto ao uso de cada sistema.

Kanji é usado para formar a raíz duma palavra e Hiragana para completá-la. Como por exemplo, "constantemente", "constante" (a raíz da palavra) seria escrito em Kanji e o "-mente" completado em Hiragana. O sistema Katakana é usado para escrever palavras estrangeiras e nomes estrangeiros. É também de notar que Hiragana e Katakana são alfabetos "fonéticos", podendo os caracteres corresponderem a uma vogal, a uma sílaba ou a um 'n'.

Abaixo encontra-se um quadro com os kanas principais, à esquerda estão os caracteres Hiragana, ao meio o som correspondente em alfabeto romano (Romaji) e à direita estão os caracteres Katakana.

あ a ア い i イ う u ウ え e エ お o オ
か ka カ き ki キ く ku ク け ke ケ こ ko コ
さ sa サ し shi シ す su ス せ se セ そ so ソ
た ta タ ち chi チ つ tsu ツ て te テ と to ト
な na ナ に ni ニ ぬ nu ヌ ね ne ネ の no ノ
は ha(wa) ハ ひ hi ヒ ふ fu フ へ he ヘ ほ ho ホ
ま ma マ み mi ミ む mu ム め me メ も mo モ
や ya ヤ   ゆ yu ユ   よ yo ヨ
ら ra ラ り ri リ る ru ル れ re レ ろ ro ロ
わ wa ワ       を wo ヲ
ん n ン        

 

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